Canção do Batalhão da Guarda Presidencial |
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Pedro Kowaliauskas |
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| Hoje ela cresceu. Naquela época tinha apenas três anos de idade e foi assim, com essa idade, que ela tatuou a nossa alma. Em forma, de dentro de nós ela se fazia ouvir. E um arrepio nos tomava por inteiro quando os címbalos vinham enfeitar mais ainda o seu brilho. Amarelada e saída de um memeógrafo (aparelho hoje obsoleto), está aqui ao meu lado. como nos foi presenteada em nossos primeiros dias. Ela é a primeira: | |||||||
CANÇÃO DO BATALHÃO DA GUARDA PRESIDENCIAL Batalhão da Guarda Presidencial Teus soldados nobres infantes No planalto brasileiro |
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| E só havia uma fumaça do tempo que passara em um abrir e fechar de existências. Sabe... dava até uma certa dor em saber que aquela farda nunca mais faria parte de nosso corpo. Que os irmãos, no ideal de Caxias e também na veia do poeta Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac, esses irmãos estariam agora esparramados pelo mundo... | |||||||
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